Sim, sou Nutri, estudo sobre alimentação e comportamento, mas isso não me torna imune às emoções que influenciam na comida.
Também preciso me atentar para não comer por ansiedade.
Também tenho dias de vontade de algo específico.
Também preciso diferenciar fome real de fome emocional.
A diferença? Consciência e equilíbrio.
Não é sobre ser perfeito, mas sobre reconhecer os gatilhos, acolher as emoções e fazer escolhas com mais intenção – sem culpa, sem exageros.
Se você também passa por isso, saiba que não está sozinho(a). Vamos juntos construir uma relação mais leve com a comida!
Quem também se identifica? Vamos conversar!
Texto por: Dra. Heloisa Serafim Spedo, nutricionista – CRN: 33234/P.
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