Comida-japonesa-é-saudável1

Você já ouviu dizer que comer alimentos da cozinha japonesa é mais leve e saudável, mas ela esconde alguns riscos que podem comprometer sua dieta e sua saúde. Veja logo a seguir as principais delicias do país oriental para que você as saboreie sem errar.

Diversos estudos atestam que a qualidade de vida e a longevidade do povo japonês têm forte influência na alimentação saudável. Pois a receitas são à base de peixes, legumes, vegetais e algas.

Assim, considerada leve e natural, a culinária oriental também cruzou fronteiras e caiu no gosto das mais variadas culturas. No Brasil, ocupa lugar nobre no cenário da gastronomia. .

Benefícios

Os peixes são ricos em proteínas de alto valor biológico, além de fontes de vitamina A, B1, D e E, e também cálcio, sódio e zinco. Possuem gordura insaturada, um tipo de gordura boa para o organismo, pois contém ácidos graxos ômega 3 e 6 (substâncias que previnem o aparecimento de doenças).

É essencial que estejam fresquíssimos e que a higienização seja rígida. Peixes ou mariscos malconservados e manuseados sem cuidado podem levar a uma intoxicação alimentar. A toxina é produzida por determinados dinoflagelados (organismos marinhos microscópicos que servem de alimento aos peixes e se acumulam na sua carne)

O problema é que o sabor do produto não se altera e a pessoa só percebe a intoxicação quando os sintomas (cólicas abdominais, náuseas, diarreia) se manifestam, de duas a oito horas após a ingestão do peixe.

Por isso a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Ministério da Saúde, recomenda que pratos preparados ou que contenham peixe cru ou malcozido devam ser precedidos de congelamento do pescado em, no mínimo, -20ºC (vinte graus centígrados negativos) por um período de pelo menos sete dias ou – 35ºC (trinta e cinco graus centígrados negativos) por um período de, no mínimo, 15 horas, condições suficientes para eliminar riscos.

calorias

A culinária japonesa fornece muitos outros ingredientes saudáveis:

Algas: contêm vitamina C, que é importante para potencializar o sistema imunológico. 
Gengibre: utilizado para tempero, age como antibiótico, antiinflamatório e possui forte atividade antioxidante (que combate o envelhecimento das células). 
Soja: reduz o colesterol ruim (LDL) no sangue, evitando o acúmulo de placas de gordura nas artérias, e auxilia a redução dos sintomas da menopausa, em função de seu ótimo nível de isoflavonas. 
Cogumelos: têm ácidos glutâmicos, que auxiliam o sistema imunológico. 
Chá verde: ajuda no bom funcionamento digestivo. Possui ação bactericida e antioxidante e impede a proliferação de células cancerígenas.

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CUIDADO: Com as frituras e o sódio(molho de shoyu). Resultando em colesterol alterado e pressão arterial alterada.

Em 15 ml de shoyo tradicional (1 colher de sopa), há 818mg de sódio. A versão light apresenta uma redução que varia de 25% a 30% da quantidade desse nutriente. Uma maneira de reduzir ainda mais essa quantidade de sódio é acrescentar limão em seu shoyo. 

 Ao escolher o restaurante japonês, atenção a alguns detalhes:

1 – observe a coloração e o cheiro dos peixes;
2 – certifique-se que estejam frescos e mantidos sob refrigeração até a hora da preparação;
3- verifique se o “sushi man” usa touca de cabelo, está com unhas aparadas e limpas, barba feita e uniforme impecável;
4 – peça para conhecer a cozinha.

O ideal é ter equilíbrio em sua dieta, saboreie a culinária japonesa no máximo duas vezes por semana, pois ela é deficiente em ferro. E tome muito cuidado ao colocar molho de shoyu na sua comida

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